A gênese do título do livro baseia-se em um equívoco linguístico extremamente comum entre falantes nativos de português. O autor utiliza essa metáfora para ilustrar como os vícios de linguagem se instalam no cotidiano:
A principal controvérsia veio de grupos como os "Revus da Língua", que organizaram uma marcha em Luanda em 2016 para denunciar o que viam como preconceito linguístico. A obra foi acusada de menosprezar a maneira de falar do povo angolano, impondo uma norma padrão e desconsiderando as variantes linguísticas locais. Para os manifestantes, a marcha era uma questão linguística, não política, buscando "colocar termo à inferioridade" que o livro estaria promovendo.
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As discussões linguísticas que envolvem os verbos citados na obra vão muito além do vocabulário básico. O verbo é classificado como um verbo terminado em -guar , o que gera frequentes dúvidas em exames oficiais e concursos públicos devido ao seu duplo paradigma de conjugação nas formas rizotônicas (aquelas em que a sílaba tônica está no radical).